Terça-feira, Maio 21, 2013

Ao abrigo do Direito de Resposta e de Rectificação...

...previstos na Lei de Imprensa n.º 2/99, de 13 de Janeiro de 1999, artigos 24.º e 25.º, com Declaração de Rectificação (n.º 9/99) da Assembleia da República, publicada no "Diário da República", I Série-A, n.º 53, de 4 de Março de 1999 e de uma alteração introduzida pela Lei n.º 18/2003, de 11 de Junho:

Segunda-feira, Maio 20, 2013

Há merda e merda, há (não) ir e (re)voltar!

Tenho um Amigo, algo iletrado, que habitualmente dizia: “Eh pá! Quando digo “merda” é asneira, mas na tua boca, salvo seja, já dizem que é cultura!

Recentemente constatei, infelizmente, que também pode ser grossa asneira quando proferida por alguém que aparentava ser mais culto, originando inclusivamente a momentânea perda de convívio com duas boas Amigas.
Tal ocorrência serviu para demonstrar com essa atitude que, o citado meu Amigo, na sua ignorância, é bem mais puro de sentimentos.

Aqui fica registada a minha mágoa por essa, repito, momentânea perda de convívio, acompanhada de uma foto do tempo da “tropa”, em que então alegremente iria, possivelmente num acto premonitório, libertar algum “abrunho” que agora dedico a essa espécie de culta personagem.






Estas Amigas merecem a minha solidariedade! E...”Bibó o Puarto, carago”!

* Wikipédia sobre o "Prunus spinosa".1 O seu fruto é o abrunho...Trata-se de uma baga pequena, menor que a ameixa e de cor azul negra. O sabor do abrunho é azedo nas variedades de abrunheiro silvestre..."

Terça-feira, Maio 07, 2013

Domingo, Abril 21, 2013

E ao segundo dia a oliveira voltou a ter os «pés» na terra

Depois da gloriosa jornada de ontem, hoje de manhã fui acabar de cavar o buraco. Tive que me esquecer dos meus dotes de economista para fazer os cálculos correctos do sítio em que cada parte da raiz iria encaixar, de forma a não haver «caixas de ar». Depois do buraco feito, com uma profundidade máxima de 70cm, chamei as 3 Marias para tentarmos empurrar a oliveira para o buraco. Na primeira tentativa, a oliveira nem mexeu. Parecia cravada à relva e querer continuar deitada. Pensámos chamar matulões mas, antes disso, fizemos uma experiência: para a raiz não prender no terreno, pusemos duas tábuas em baixo de cada lado da raiz... e voltámos a tentar empurrar:


... e a oliveira avançou até ao buraco. A parte mais difícil estava feita.


Agora, era só levantar a oliveira para ela escorregar para o buraco, feito com esmero de alfaite-coveiro. E ela lá ficou toda direitinha, para gáudio da Mouradia:


Pusemos a terra de novo no buraco...


... e as Marias Filhotas, numa primeira fase, empurravam a terra para debaixo da raiz, na parte do meio, mais alta:


A oliveira lá foi ficando compostinha.


Depois da terra nivelada, repusemos os tapetes de relva que eu tinha retirado na véspera. E a oliveira ficou pronta para ser feliz.



Para já, a copa é do vizinho diospireiro. Mas um dia, vai ser uma oliveira muito bonita.


Sábado, Abril 20, 2013

A viagem da oliveira do Miranda e da São, de Vila Nova de Monsarros para a Mouradia, em Coimbra

































A partir daqui, fomos comer o leitão assado com espumante branco Quinta da Mata Fidalga, ao «Joaquim dos Leitões». Como disse o Ulisses:
- A partir de agora, aqui o Popeye (eu!) já consegue fazer tudo sozinho.
Ai é? Ai é? Então aí fui eu, depois da sesta (claro) fazer tudo sozinho... ou quase, que a Joana ajudou-me a cortar alguns pedaços de relva (e, com isso, fez uma bolha e uma ferida numa mão). A Mariana teve falta justificada porque estragaria as unhas de gel. A Luísa de vez em quando vinha à porta e aproveitava para me dar algumas indicações.






Amanhã, se tudo correr bem, acabo de abrir o buraco e nós os quatro da Mouradia pomos a árvore lá para dentro.
Bem hajam, malta!