sexta-feira, março 16, 2007

O Pedro sempre alerta - S. João do Porto, 2006

Também sonhamos!

.Mastigando uma sandes no momento da Gotinha, confirmamos que cantamos(mal),dormimos(mais ou menos), ele (PM?,ou sabes do Concertinas?)só não ressona amparado(dizem), mas todos sonhamos (muito e bem), conforme esta foto roubada aí testemunha com algum pudor.

quarta-feira, março 14, 2007

Uns "Concertinam"! Outros têm a fama...

















































.Palavras para quê? Ainda os acordam...Curiosamente, só o Pi-erre é que dorme, não é?
-Esperem até as Vozes Radiarem, e aí sim, até o ressonar será musical - espero eu, que o Pedro pense assim, para nossa satisfação, mesmo com juiz á perna(em último caso, trá-lo contigo, ao juíz,claro).




domingo, março 11, 2007

O que é que isto me faz lembrar?

Banda Futrica
ao vivo na FNAC dia 30 de Março (sexta-feira) 22H00

Banda Futrica

A Banda Futrica, de Coimbra, surgiu durante o último Verão pela mão de um encontro de amigos apostados em dar a sua interpretação pessoal à música de raiz de Portugal. Com uma base instrumental simples – baixo acústico, guitarra acústica, concertina e percussões – procura construir uma história à volta de temas simples ou de poesia popular. Daí nasce uma sonoridade que é um apelo constante aos sentidos, sendo a sua finalidade última a dança, sejam chulas ou viras.

Excerto de um concerto da Banda Futrica em Arzila.
Mais informações no blog da banda.

Ela sabe tocar o «É Natal» como ninguém!



Vamos contratá-la?

quarta-feira, março 07, 2007

Despedida… (em lingerie) - por Jacky

"Uma despedida é sempre dolorosa. Há algo que se perde entre os que partem e os que ficam, uma espécie de caixa* vazia onde ficam encarcerados todos os sentimentos presos a uma despedida. De vez em quando, é preciso ganhar coragem para a abrir e deixar que os sentimentos se matizem com outras cores e outras formas. Outras vezes, a incapacidade de abrir a caixa* deixa-nos envoltos numa letargia densa como certas manhãs de nevoeiro na cidade Invicta. É tão concentrado que deixamos de ver as pontes, mas elas estão lá.
No último Sábado, a São Rosas abriu a caixa* do George Coast, porque gaja que é gaja sabe que o nevoeiro é mau para os ossos e coisa e tal. E gaja que é gaja sabe que, a abrir caixas* de despedidas, isso deve ser feito em grande! Porque não
num restaurante onde iríamos ser servidos em lingerie? E assim foi (...)"

Vão ler o resto e comentem. É no Amorizade, blog da Jacky.

* nós por cá chamamos-lhe pacote

domingo, março 04, 2007

Jantar preparativo da requecaliação








Antes de irmos para o restaurante, aquecemos os motores com uns finos numa confeitaria junto ao casino da Póvoa de Varzim. E o Jorge Costa afinou a sua voz de tenor, com um brilhozinho nos olhos cada vez que falava do jantar há poucos dias com a Lúcia no casino de Espinho, à luz de candeias. E o brilhozinho nos olhos reaparecia cada vez que chegava mais alguém... e ele contava de novo a história do quinteto com três miúdas. Está perto - esperamos - o que o João Marcelino baptizou de «requecaliação».


O «The Lingerie Restaurant» correspondeu totalmente às expectativas. Acolhedor, com um serviço simpático e profissional, com strippers M/F que não pudemos fotografar mas nos proporcionaram momentos que ficarão nas nossas memórias...


... tantos que nem dá para listar todos aqui. Perguntem depois à Jacky como decorreu a sua primeira experiência lésbica... à Fatinha como foi subir ao tecto nos braços de um cigano culturista... ao Rafael como é que não conseguiu acertar com a presilha da meias da primeira que se sentou ao colo dele (mas vingou-se na segunda, atinando logo com os colchetes e ficando com o soutien nas mãos, exibindo o troféu no ar)... à Berta se se sentiu como uma noz apertada pelas pernas de um marinheiro culturista (e se queixou que ele era pequeno... vá-se lá saber em quê)... à Margarida se pediu o livro de reclamações porque elas se despiam todos mas eles não mostravam as pilinhas...




...ao Jorge Costa se as empregadas de mesa, em lingerie, lhe chegaram a responder se não tinham frio... ao Carlos Carvalho se era a fractura interna do menisco e as duas hérnias que o faziam suar tanto... ao JF e a Raim porque é que ficaram no topo da mesa junto ao varão... ao Menor que Continua Desesperado à Procura dos Seus Pais porque é que lhe tiveram que segurar nas mãos... ao João Marcelino e ao SirHaiva porque é que elas não quiseram nada com eles...


No final do jantar houve quem se sentisse mal e se deitou em cima da mesa...


... dizem que foi depois de aceitar de presente um bolo envenenado da Corpetinho Vermelho...


... tendo sido confortado por todos os presentes, principalmente depois de ter corrido o risco de engolir um piercing.
Várias vezes ao longo da noite a malta em coro carpiu por ele:
- 1, 2, 3... Uuuuuuh... Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuh...

Li o poema dedicado pelo Dom OrCa ao Jorge Costa:

"JORGE COSTA DEU À DITA

Jorge Costa deu à dita
e na vida cambalhota
que a vida é filha da outra
e não vai lá numa treta

foi o Jorge noutro trote
fino de trato e alegrete
gosta de deitar dichote
onde quer que o nariz meta

aqui - ali - acolá
deste Jorge sinaleiro
dir-se-á que mais não dá
mas quanto dá é inteiro

nem lamúria nem garrote
nem asneira se cometa
que lá vai Jorge a reboque
céus afora num cometa

cuidado c’o abrasão
com tanta luz entre as partes
que tu partes, maganão
p’ra outro estar, outras artes

e não são boas nem más
nem melhores, tudo é diferente
no caminho em que tu vás
seja por trás ou p’la frente

ou experimenta de lado
sabes como é, de cernelha
sorve-lhe cada bocado
enquanto a pele não se engelha

mas mesmo engelhadinho
encortiçado e tremente
sorve a vida qual bom vinho
com o que te vier ao dente

pois sei-te bem artesão
de palavras quais chamuças
funde-te lá com a São
e à vida... vai-lhe às fuças!"

Foram-lhe também oferecidas seis revistas (Gina, Erotica, TopSex e outras... ainda dentro de capas plastificadas) que ele bem quis deixar em cima da mesa ao ir-se embora, mas a malta não deixou!


Todos menos o fotógrafo à saída do restaurante.


Terminámos deliciando a vista e os estômagos com o «bolo de divórcio», culinarizado pela Celeste e com mão-de-obra (adivinhem em quê) do Rafaelitolindo.


O Raim, com a sua máquina fotográfica que vê o que outros nem sonham, registou a última imagem do Jorge Costa antes de ele ter desaparecido em combate.