domingo, novembro 06, 2011

Vozes da Rádio - «Amor em novas tecnologias» (de Jorge Castro/Paulo Moura)


Poema de Jorge Castro (OrCa) e música de Paulo Moura, numa interpretação genial das Vozes da Rádio (com toques de Michael Jackson no início e no fim).
Uma das 20 músicas do concerto das «Vozes da Rádio» em 5 de Novembro de 2011, no Teatro Aveirense, em Aveiro (tem lógica), integrado na digressão «Vintage» (vinte anos de carreira... o que também tem lógica).
A Joana e a Mariana é que tiveram o privilégio de apreciar ao vivo este... espectáculo!

Pare a quermesse e oiçam!

terça-feira, novembro 01, 2011

«Tradicionalidades» - o Coiso na Lapa do Lobo

"Lapa do Lobo, freguesia do concelho de Nelas, viveu uma noite memorável de etnografia e folclore no sábado, 22 de Outubro, com a actuação do Grupo de Danças e Cantares dos CTT de Coimbra, em espectáculo proposto pela Fundação Lapa do Lobo no âmbito de um ciclo de actividades subordinadas ao tema Tradicionalidades."
Notícia completa no «Farol da Nossa Terra» e fotos gentilmente gamadas lá:












"«Na música do canto dançado refugia-se a vida e a morte, o sol que triunfa sobre a noite e as contradições da vida. Tudo é caminho, percurso e romaria... e dança...e tempo. Este é o grito de pessoas que se entendem para, da massa amorfa do quotidiano, fazerem chegar aos outros as harmonias do mundo.»
Assim se apresentava o espetáculo que foi levado a cena, mas o arcaboiço da organização saiu dos carris e já nem nos lembrámos de tão egrégias palavras. Havia uma estúdio de filmagens montado que até girafas tinha e montes, carradas de câmaras de gravação Full HD. Nunca visto.
Ó Pedro, quando se come? pergunta recorrente, pois foi um dos poucos espetáculos em que houve 3 refeições. No meio delas metemos o coiso do coiso. Foi à fartura.
Por iniciativa aqui do JE fizemos um palco mesmo para 'inbejosos'. Uma mesita de ATL e uns bancos para duendes imitavam um ambiente de tasca.
A vantagem é que, além da imitação do espaço, também havia imitação de presunto, queijo, chouriço assado, broa e vinho. Tudo tão bem imitado que até se comeu e bebeu e só sobrou um naquinho!
O espetáculo também se comeu bem. Claro que a brigada do reumático saiu rebentadinha, mas do lado da tocata houve música a metro para dar e vender. Alguns momentos foram de ir às lágrimas pela qualidade dos executantes.
No fim, e para sobremesa, foi gravada uma sequência entre a MM e o PC para o documentário da BBC - «Como sobreviver à crise dando-lhes música».
Foi linda a festa, pá.
Abraços
Antonino Silva"
(repórter infiltrado da Tuna Meliches)

Este espectáculo, assim como todo o ciclo de actividades em que se integrou, foi uma iniciativa da Fundação Lapa do Lobo, criada pelo nosso amigo Carlos Torres, que neste video da Viseu TV explica tudo:

«Tradicionalidades» - o Coiso na Lapa do Lobo













Ciclo: Tradicionalidades - Momento 3 - Tocar os instrumentos tradicionais

"O Ciclo «Tradicionalidades» pretende abordar o canto, a dança, os instrumentos musicais, os trajes, etc.
Foi iniciado há uns meses com uma exposição de instrumentos musicais tradicionais.
Teve no passado fim de semana um espectáculo.
No próximo dia 12/11, às 21:30, vai haver um espectáculo que se pretende também workshop, sobre cordofones, pelo grupo de cordas/Música Tradicional da Associação Académica de Coimbra.


O tempo dedicado à exposição está a terminar... mas, nesse mesmo dia 12/11 vamos promover um evento designado «Tocar os Instrumentos».


A ideia é, na própria galeria, pegar neles...e tocá-los.
Esse momento e o espectáculo à noite, serão filmados para posterior documentário.
ESTOU A CONVIDAR-VOS PARA PARTICIPAR. Ficariam depois para o espectáculo à noite.
Vai valer a pena.
Agradeço inscrição rápida.
Sinceras saudações
Pedro Fonseca"

domingo, outubro 30, 2011

Ó Pedro Concertinas, em que ano te dediquei (e ao jipe do João Marcelino) esta letra?

A música era «Maria Rita» do Duo Ouro Negro:

Pedro Fonseca, Pedro Fonseca
Perguntei à multidão
Ninguém o ouviu tocar.
Pedro Fonseca, Pedro Fonseca
Já vinha na barragem
E estava para chegar.

E quando chegou a madrugada
A festa estava acabada
E ele ficou tão triste, tão triste
Pegou na gaita
E começou a soprar

Todo-Terreno, Todo-Terreno
Maçaricos ao volante
No nosso jipe betinho
Todo-Terreno, Todo-Terreno
P'ra passar no ribeiro, no baloiço, nas pedras, nas silvas...
Afasta-as um bocadinho

A gente não tocou nada
E ficámos tão tristes, tão tristes
P'las fotos e o vídeo
Que tiveram de mostrar

Pedro Fonseca, Pedro Fonseca
Na Proficis a gente
Devia adivinhar
Pedro Fonseca, Pedro Fonseca
O barrete que tu
Nos foste enfiar

Se não fosse o aniversário
Do teu pai Anselmo
Já não voltava ao Carregal
Dois dias seguidos
Muito menos p'ra tocar.

Pedro Fonseca, Pedro Fonseca...


sexta-feira, outubro 28, 2011

A Casa da Torre, em Caria



Conversa sob este tópico hoje no Facebook:
Luis Ribeiro: "É caso para perguntar: sou eu que ando distraído ou dá-me a impressão que, como «espaço cultural de Caria», continua igual ao que era, antes das obras realizadas? Mas pronto... deve ser distração minha... ou não."
Paulo Moura: "Explica lá melhor a quem não foi ainda lá..."
Luis Ribeiro: "É simples... antes estava fechada porque estava a cair aos bocados... agora está fechada porque não se passa lá nada. :o)"
Paulo Moura: "Estou tão admiradinho!..."
Manuel Tomas Geraldes: "Quando estava a cair aos bocados estava aberta... pelo telhado, agora está fechada..."

terça-feira, outubro 25, 2011

EXPOSIÇÃO DE MARIA GUIA PIMPÃO

Queridos amigos


Venho dar-vos conta de mais uma exposição de pintura, desta vez num espaço não muito convencional, mas, nem por isso, menos nobre.


Se tiverem oportunidade vejam "De sons e de silêncios" na Clínica Medicis, na zona de Santa Apolónia, Eiras, Coimbra, a decorrer desde 20 de Outubro (morada e outros detalhes podem ser vistos no flyer anexo).


Espero, como sempre, o vosso bom acolhimento e também a vossa visita, que ainda poderão fazer até final de 2011.


Um abraço


Maria Guia Pimpão



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domingo, outubro 23, 2011

Ó Carlos Carvalho, não estás só!

Ah, grande João Carvalho!

O meu amigo João Carvalho recebeu a Medalha de Mérito Industrial Municipal da Covilhã, categoria prata, no Dia da Cidade.
Mais que merecida.
E se quem recebe uma comenda passa a ser Comendador, parabéns, João Carvalho, senhor Medalhador!