segunda-feira, novembro 12, 2007

A saga da Tuna Meliches no 8º Encontra-a-Funda - capítulo 1


A Margarida conseguiu chegar, mesmo tendo seguido à risca as indicações do seu GPS (A25 > Ponte das Três Entradas > Unhais da Serra > Fundão). O Rafaelito estava tão esfomeado que comeu as Entradas todas (muitas mais que as Três da Ponte por onde tinham passado). Abençoado GPS!



Fomos recebidos pelo nosso colega e amigo Carlos S. Martinho que, pelo que nos pareceu, é muito conhecido lá pelas terras do Fundão, vá-se lá saber porquê...



A Margarida queixou-se que a ela não lhe mostravam a garrafa, nem lhe davam a cerveja a provar. Dito e feito.



A comida começou a chegar em abundância e toda deliciosa à nossa mesa do restaurante Alambique de Ouro. Aqui, já o Rafaelito ia na Ponte das Sete ou Oito Entradas.



A empregada (bem girinha) anunciava aqui os brioches que o cozinheiro oferecia para a sobremesa. Bem os pedimos, mas o cozinheiro não saiu da cozinha. Chamámos-lhes «brioches blue tooth».



O Senhor Santo Cristo do Fundão (devia ser com cerejas, mas só havia alhos).



Aqui já se começava a revelar aquele que a Olinda identificou no dia seguinte: o padre Fontes, de Vilar de Perdizes (ou, como o próprio corrigiu, Vilar de Petizes).



O Carlos São Martinho levou-nos a beber um copo numa das (também suas) novas obras do Fundão: o espaço da antiga moagem. Até tinha música ambiente ao vivo, com um pai e uma filha que - vá-se lá saber porquê - também conheciam o Carlos São Martinho!



O ambiente propiciava o idílio e até, como foi o caso deste par de jarras, começarem a tratar-se por tu.



À saída, o Rafaelito mostrou a sua indignação pelo momento supra.



Antes de irmos para os nossos quartinhos, ainda fomos fazer festas a uma zebra. Isto depois de o Paulo e o Rafaelito terem desinfestado o ar à volta do lago do hotel.



O Rafaelito arranjou uma amizade colorida, que não o largava.



A subir a serra, parámos na estalagem da Varanda dos Carqueijais, nas Penhas da Saúde. Aprendemos com a Olinda uma nova forma de jogar matraquilhos: cada vez que a bola ia até ela, gritava "ai, ai, ai, ai..." como se fosse perder a virgindade e deslocava a mesa um palmo para a frente. Terá aprendido esta táctica com o José Mourinho?...



A TriMargarida e o JF, pelo contrário, eram a calma em pessoa. Aqui, a TriMargarida exibia o que o Rafaelito classificou de «tapa-rego».



Quando parámos na Nave de Santo António, mostrei ao longe o Poio do Judeu, o maior monolito isolado à superfície da Serra da Estrela. Era tarde e não dava tempo para irmos até lá. Por isso o Mário Rui e o Rafaelito.... foram! Aqui, tentem descobrir onde estão eles.



O Paulo Moura teve que os ir lá resgatar. À chegada, o Rafaelito estava radiante: "Isto soube bem melhor que o almoço... mas às tantas é porque ainda não almocei".



O Paulo Moura parou num cruzamento porque não via nenhuma indicação para o Sabugueiro. Tirou o mapa do porta-luvas... abriu-o... tentou localizar aquele cruzamento no mapa... e a TriMargarida saiu do seu carro e veio dizer-lhe: "Olha lá, tens aqui ao lado uma placa". O Mário Rui até foi lá ajudar a soletrar: "T e um O, TO..."


Será que conseguiram chegar ao Sabugueiro? Será que conseguiram regressar? Será que conseguiram cravar algum queijo a umas senhoras de lá, a troco de uma serenata? Não percas o próximo capítulo...

14 comentários:

  1. Achas que não chegámos ao Sabugueiro?!...

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  2. grande reportagem!! :)

    só falta mesmo chegar ao sabugueiro...

    com tantas placas, será possível?

    JF

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  3. Paulo Moura13/11/07 15:57

    Placas?! Que placas?!

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  4. As setas!! Das placas...

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  5. Paulo Moura13/11/07 16:58

    Setas de que placas? Não vi lá placas nehumas...

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  6. Bom capítulo I.
    Bem o jantar de sexta no retaurante do Hotel Alambique...nem dá para contar!
    Quando acabei "as entradas"(depois de chegar via três entradas com o GPS da Margarida!,já só os filetes de polvo tiveram direito a passarem do gorgomilo!
    Só dava para poder ver passar as travessas...
    Claro que quem se arrisca a ir a jantares que têm a honrosa presença do Dr. Carlos São Martinho, esposa e filho e que por acaso foi colega do Paulo e do Mário Rui e ainda Vice-Presidente da Câmara do Fundão...
    Diz o Paulo para o empregado: traga a conta, por favor!
    Já está pago, responde o empregado
    Como assim, quem pagou?
    Está pago e não posso dizer mais nada, retorquio o empregado!
    E foi aqui, que eu Rafaelitolindo brilhou(não admira depois da operação às cataratas);
    Calma aí, lá que não queira dizer não invalida que não me dê o trôco!"
    Perante eu ficar como bom samaritano,e dada a atrapalhação do empregado. lá de chegou à conclusão óbvia que nos deliciámos com a amabilidade do Dr. Carlos!
    Pela minha parte muito obrigado pela gentilesa!!

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  7. E não te esqueças que o Carlos é São Martinho, pelo que estamos na época dele.

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  8. celestelinda14/11/07 13:39

    A empregada girinha estava cansada e, por essa razão, aparece sentada na fotografia!

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  9. Sim, bem empregada a explicar como se faziam os brioches no restaurante :)

    Nada de placas nem setas, foi o angulo de visão

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  10. São Rosas14/11/07 16:22

    Haja alguém que defenda uma dama, JF.

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  11. Foi um fim de semana do caraças...

    Boa comida,boa bebida,bons brioches e...um jantar afrodisiaco cujos efeitos estão longe de parar...

    Olindarafaella

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  12. Queres que eu recolha por aí todos os extintores que possa e tos leve a casa?

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Tuna Tecales!