
Proposta do mestre Raim para a capa do nosso CD
23 de Junho (sexta-feira) às 22h00 - Diabo a Sete ao vivo no Fórum FNAC (entrada gratuita). Os Diabo a Sete surgiram no início de 2003 em Coimbra e formaram-se a partir da vontade de tocar e reinventar a música portuguesa de raíz tradicional. Acreditando que os ritmos e melodias que tocam e ouvem não são meros ecos de um passado mumificado, este grupo traduz uma forma de interpretar a riqueza musical do nosso país, feita de permanências, esquecimentos e cruzamentos fecundos com outras culturas;
10 de Julho às 21h30 - Ney Matogrosso ao vivo. Local - Pátio das Escolas. Bilhetes à venda na FNAC, lojas Abreu, Diário de Coimbra e Ticketline. A notícia aqui.







Alguém sabe se isto tem alguma coisa a ver com o livro «O código D'Avintes» de Alice Vieira, João Aguiar, José Fanha, José Jorge Letria, Luísa Beltrão, Mário Zambujal e Rosa Lobato de Faria?




Com a licença do guardanapo bem em pé, sempre vigilante, aqui vai uma passagem do que foi escrito, durante a preparação do referido ensaio/jantar:
Nada de más interpretações!





Assim se realizou o tão badalado e versejado jantar/ensaio. Foi uma brincadeira gostosa, onde a boa disposição, amizade e tolerância, sempre estiveram presentes.
Foi um grande prazer ter-vos recebido e uma honra ter contado com a vossa disponibilidade!
QUADRO DE HONRA:
Paulo Moura à viola e cavaquinho
Pedro Fonseca à concertina, viola, gaita de foles, cavaquinho, etc.
Antonino Silva ao badolim e cavaquinho
Marco Henriques ao cavaquinho e viola
Paulo Barata à viola
Mário Rui à viola e harmónica(vulgo gaita de beiços)
Carlos Carvalho à viola
Fernando Rafael ao bombo, reco-reco e ferrinhos
João Marcelino à viola
Carlos Quinteiro à flauta e adufe
António Vicente marimbadeiro de garrafas*
Apontamentos recolhidos da publicação "ODE ERÓTICA" AO JANTAR/ENSAIO
realizado pela Tuna Meliches (que eu insisto em escrever «tunameliches») no Centro Norton de Matos em 15/07/2005 COIMBRA
* a Matahary não sabe o que é um marimbadeiro de garrafas, mas é fácil: é alguém que se está a marimbar para o número de garrafas que já esvaziou.


